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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

JESUS AMOROSO





Leitura: Lucas 9:10-17
Ao voltarem da missão à qual foram enviados, os apóstolos estão ansiosos para contar tudo o que fizeram com o poder e autoridade do Senhor. Sabendo que eles precisam descansar, Jesus os leva a um lugar deserto próximo a Betsaida, mas é seguido por uma multidão e acaba ministrando a ela, falando-lhes do Reino e curando seus enfermos.
"Ao fim da tarde os doze aproximaram-se dele e disseram: 'Manda embora a multidão para que eles possam ir aos campos vizinhos e aos povoados, e encontrem comida e pousada, porque aqui estamos em lugar deserto'. Ele, porém, respondeu: 'Deem-lhes vocês algo para comer'. Eles disseram: 'Temos apenas cinco pães e dois peixes -- a menos que compremos alimento para toda esta multidão'. E estavam ali cerca de cinco mil homens" (Lc 9:12-14).
Não somos diferentes dos apóstolos. Quando o assunto é sair em missões para terras distantes, nenhuma dificuldade é grande demais. Mas, quando é questão de atender aqueles que estão próximos de nós, procuramos nos livrar do problema. Somos mais propensos a contribuir para uma obra missionária na África, do que a falar de Cristo ao mendigo que dorme ali na calçada. "Manda embora a multidão", dizem os discípulos a Jesus.
Mas o Senhor não faz o que eles pedem e ainda os envolve no trabalho de alimentar a multidão. Os poucos recursos disponíveis -- cinco pães e dois peixes -- são milagrosamente multiplicados por Jesus. Ao invés de fazer os pães e peixes chegarem também milagrosamente às mãos das pessoas, ele prefere entregá-los aos discípulos para que estes entreguem à multidão. Jesus quer nos envolver na sua obra e um coração agradecido pela salvação que recebeu de graça irá voluntariamente colocar-se à disposição dele.
O trabalho de distribuir os pães e peixes não deve ter sido fácil para os discípulos, mas que agradável surpresa descobrir no final que sobraram doze cestos -- um para cada apóstolo que trabalhou naquela obra. Jesus não só tem prazer em nos envolver em sua obra, como nos recompensa por isso. "O lavrador que trabalha arduamente deve ser o primeiro a participar dos frutos da colheita" (2 Tm 2:6).
A Palavra de Deus nos encoraja, dizendo: "Deus não é injusto; ele não se esquecerá do trabalho de vocês e do amor que demonstraram por ele, pois ajudaram os santos e continuam a ajudá-los... Portanto, meus amados irmãos, mantenham-se firmes, e que nada os abale. Sejam sempre dedicados à obra do Senhor, pois vocês sabem que, no Senhor, o trabalho de vocês não será inútil" (Hb 6:10; 1 Co 15:58).
Mario Persona
Pense nisto e Fique na Paz
Fundação Sonhar, sonhar os sonhos de Deus.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

UM EXEMPLO NA VIDA DO REI SAUL



     Saul foi ungido para ser rei de Israel. Ele teve a oportunidade de desfrutar de um grande e glorioso futuro, mas tinha algu­mas fraquezas de caráter que vieram a ser a sua derrota (ver 1 Samuel 9-31).

Saul era uma pessoa que vivia para agradar aos outros. Ele amava tanto a aprovação das pessoas que desobedeceu às instru­ções de Deus para consegui-la. Deus instruiu Saul a esperar até que o profeta Samuel chegasse para oferecer o sacrificio da tarde. Quando Samuel não chegou no tem­po que Saul e o povo esperavam que ele chegasse, o povo ficou inquieto e impaciente. Embora Saul soubesse em seu coraçao que  estava sendo desobediente, ele foi em frente e ofereceu o          sacrificio que estava proibido de oferecer. Mais tarde, quando Samuel chegou, perguntou a Saul por que ele havia feito aquilo. A resposta de Saul foi: “Porque vi que o povo estava se dispersando” (1 Samuel 13:11). Como resposta, Samuel disse a Saul: “Você agiu como um TOLO!.., agora o seu reinado não permanecerá” (vv. 13-14). Saul era tão viciado em aprovação que perdeu o seu reino por causa disso.

Deus trouxe Davi para a vida de Saul para ministrar a ele. Saul reconhecia a unção e o favor de Deus sobre a vida de Davi, mas quando o povo demonstrou aprovar Davi, Saul sentiu ciúmes tantos ciúmes, na verdade, que tentou matar Davi diversas vezes. A sua necessidade de aprovação era tão grande que ele estava disposto a impedir que alguém recebesse mais aprovação do que ele. Graças a Deus porque poucas pessoas permitem que a sua necessidade de aprovação vá tão longe.

Podemos não tentar assassinar alguém, mas costumamos “assassinar” o plano de Deus para as nossas vidas para conseguir¬mos ou mantermos a aprovação dos outros. Saul tentou fazer as duas coisas. Ele tentou assassinar Davi, mas em vez disso, “assassinou” o plano de Deus para ele e para o seu reinado. Como resultado, Saul terminou sendo morto depois de ter perdido a oportunidade de continuar sendo rei.

Há inúmeras estórias tão tristes como esta. Não permita que a sua estória seja uma delas. Não cometa o erro que Saul cometeu. Seja obediente a Deus. Faça o melhor que puder para ser tudo o que Ele quer que você seja, e faça tudo que Ele quer que você faça. Mesmo que as pessoas não estejam aclamando você, o céu está! . (Frase sensacional esta). 
Lembre-se estamos no tempo da graça. “Filhinhos, escrevo-vos, porque pelo seu nome vos são perdoados os pecados”. 1 João 2:12 - Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo. 1 João 2:1

Texto retirado do livro “O vicio de agradar a todos” Joycer Meyer

Pense nisto e fique na paz – Fundação Sonhar, sonhar os sonhos de Deus.

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